Este post será como foi o Grêmio contra o Cruzeiro hoje, como o título diz, simples e efetivo.
No meu último post defendi que o Universo nos deu, contra o Bahia, um tímido sorriso (a sorte que levamos em vários lances) e que contra o Cruzeiro deveríamos responder ao cortejo. E nós o fizemos de forma simples e lógica: Dida pegou um pênalti, o Cruzeiro teve um expulso e acabou o primeiro tempo.
O que se pensa depois disso? O lógico é, jogando em casa com um homem a mais, ir para cima do adversário seja qual for ele. E assim voltamos para o segundo tempo. Pegamos um rebote certeiro sem dar chance para o azar: 1x0.
Barcos, ao receber lançamento, fez o simples, o mais fácil, ou seja, o gol. Um atacante mais veloz e habilidoso talvez tentasse driblar, ajeitar para o pé melhor. Barcos não. Tocou com o pé que estava no jeito, mais perto da bola, mais uma vez, sem dar chance para o azar. 2 x 0.
Tomamos um de bola parada em um lance de sorte para o Cruzeiro. Essa é a verdade. Tanto que não nos acuamos. Tanto que tivemos outra oportunidade em que não demos mole para o azar: em cobrança de falta estava lá o Gladiador para pegar o rebote e decretar Grêmio 3 x 1 Cruzeiro.
Agora é Vasco lá. Dá para ganhar, basta continuarmos não dando sorte ao azar.
Saudações tricolores.
Fábio Guolo
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